Contabilidade que entende produto digital e MRR
Atendemos SaaS, startups, agências digitais, devs PJ e empresas de software. Estruturamos faturamento recorrente, exportação de serviços, Lei do Bem e o regime tributário que sustenta o crescimento — sem surpresa quando a operação escala.
- Faturamento recorrente (MRR / ARR)
- Exportação de serviços (sem ISS)
- Lei do Bem e incentivos fiscais
- Stock options, vesting e equity
O que entregamos para SaaS e tech
- Comparativo Simples × Presumido × Real
- Apuração de receita recorrente (MRR)
- Exportação de serviços com câmbio
- Plano de stock options para o time
- Lei do Bem para empresas de P&D
SaaS e tech têm regras próprias. Contador genérico tributa errado.
Receita recorrente apurada como avulsa, exportação de serviços tratada como receita interna, contratos em dólar sem ganho/perda cambial, sócios entrando sem vesting nem equity formal e oportunidades fiscais (Lei do Bem, Anexo V) ignoradas — todos são erros recorrentes que custam caro quando a empresa começa a captar ou escalar.
- Receita recorrente (MRR) sem critério de competência
- Exportação de serviços tratada como receita interna
- Contrato em dólar sem ganho/perda cambial registrado
- Stock options entregues sem plano formal nem vesting
- Lei do Bem e incentivos de P&D nunca avaliados
- Anexo III × V do Simples sem fator R calculado
O que está incluso no atendimento
Diagnóstico tributário
Comparativo formal Simples × Presumido × Real, com simulação de fator R e cenário de exportação.
Exportação de serviços
Estruturação para faturar fora do Brasil sem ISS, com tratamento de câmbio e Siscoserv.
Rotina fiscal e DP
Apuração mensal, folha, pró-labore, distribuição de lucros e contratos PJ para o time.
Acompanhamento de escala
Reuniões periódicas para revisão de regime, captação, M&A e stock options.
Como conduzimos o atendimento
1. Diagnóstico
Mapeamento de receita (recorrente × avulsa), composição de clientes (BR × exterior) e estrutura societária.
2. Recomendação técnica
Apresentação por escrito do regime, anexos do Simples, exportação e oportunidades de incentivo.
3. Implantação
Migração contábil, integração com Stripe/PagSeguro/Iugu, onboarding na Phinan.Hub e contratos PJ.
4. Operação contínua
Apuração mensal, fechamento revisado, suporte para captação e revisão anual de regime.
Perguntas comuns
SaaS pode ficar no Simples Nacional?+
Sim. SaaS normalmente se enquadra no Anexo III ou V (a depender do fator R — relação folha/receita). Para receitas até o sublimite estadual, o Simples costuma ser vantajoso. Acima disso, ou para empresas com folha proporcionalmente baixa, o Lucro Presumido tende a vencer. Fazemos comparativo formal.
Como funciona exportação de serviços para SaaS?+
Vendas para clientes no exterior (sem que o resultado se verifique no Brasil) são isentas de ISS pela LC 116/2003. Estruturamos contratos, recebimento via câmbio (Wise, Stripe, conta global), Siscoserv e a contabilização correta para garantir a isenção.
O que é a Lei do Bem e quem se aplica?+
A Lei 11.196/2005 concede incentivos fiscais (dedução adicional de 60% a 80% das despesas com P&D no IRPJ/CSLL) para empresas em Lucro Real que comprovem atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Avaliamos elegibilidade e operacionalizamos o benefício.
Como tratar stock options e vesting?+
Stock options exigem plano formal aprovado em assembleia, definição de vesting, preço de exercício e tratamento tributário (RFB e CVM). Estruturamos o plano com nossos parceiros jurídicos e cuidamos do registro contábil e do impacto na folha quando há exercício.
Vocês integram com Stripe / PagSeguro / Iugu?+
Sim. Integramos os principais gateways e plataformas de billing (Stripe, PagSeguro, Iugu, Vindi) à nossa rotina de apuração, garantindo que MRR, churn, taxas e câmbio sejam registrados corretamente.
Sua tech está com a contabilidade preparada para escalar?
Marcamos uma conversa de 30 minutos, revisamos receita recorrente, exportação e estrutura societária, e apresentamos por escrito o caminho mais eficiente para sua empresa.
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